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High Season Studio

Blog · Imobiliárias · · 3 min de leitura

O que tem de ter o site de uma imobiliária

Ninguém navega num site imobiliário por gosto. Chega com uma zona, um orçamento e um número de quartos na cabeça, e sai assim que o site lhe complica a vida. O resto é decoração.

A pesquisa é a página principal

Zona, tipo de operação, preço e quartos, por esta ordem e à vista sem abrir um menu. Resultados que carregam em menos de um segundo e que mantêm os filtros quando volta atrás. E uma página por combinação de filtros que os motores possam indexar: «apartamentos à venda no centro» é uma pesquisa que alguém faz todos os dias.

A ficha vende ou não vende

Fotografias grandes e por ordem, uma planta, os metros reais, os encargos, o ano, o que tem a zona e a que distância ficam as coisas que as pessoas perguntam. Um mapa. Vídeo ou tour, se tiver. O contacto direto do consultor, com o código do imóvel já escrito na mensagem.

  • Código de referência visível e em todos os links.
  • Preço na moeda do mercado, com os encargos ao lado.
  • Imóveis semelhantes em baixo, para a visita não acabar numa parede.
Filtros e uma ficha por equipamento: o catálogo que fizemos para a Terrasol.
Filtros e uma ficha por equipamento: o catálogo que fizemos para a Terrasol.

Carregar tem de ser fácil

Se publicar um imóvel leva vinte minutos, o site envelhece num mês: os preços ficam velhos, os vendidos continuam no ar e a equipa volta ao portal. Ou o painel é mesmo rápido, ou o site liga-se ao sistema que a imobiliária já usa.

O que os motores de busca olham

Uma página indexável por imóvel, títulos com zona e operação, dados estruturados, velocidade e páginas de bairro que expliquem a zona a quem não vive lá. Um catálogo escondido atrás de um script que ninguém lê é invisível para o Google.

Fizemos isso com o catálogo de maquinaria agroindustrial da Terrasol: filtros, uma página por equipamento e um sistema de inventário por trás, para a equipa atualizar o stock sem tocar no código.

Uma página por imóvel e uma por bairro: é assim que se encontra o que vende.
Uma página por imóvel e uma por bairro: é assim que se encontra o que vende.

Contacto, imóvel a imóvel

Um formulário na ficha, WhatsApp com o código já escrito e uma resposta no mesmo dia. O comprador que escreve num sábado e recebe resposta na segunda já visitou outros dois imóveis.

Como saber se está a funcionar

Bastam três números, lidos uma vez por mês. Quantos pedidos entram por imóvel, quanto tempo demora a responder e que páginas trazem o tráfego dos motores de busca. Se uma ficha tem quinhentas visitas e nenhum pedido, o problema é a ficha, não a publicidade.

  • Pedidos por imóvel, com o código no formulário para saber qual é.
  • Tempo até à primeira resposta, medido em horas e não em dias.
  • As cinco páginas que mais visitas trazem da pesquisa, e se são de venda ou de arrendamento.

Perguntas frequentes

Portal ou site próprio?

Os dois. O portal é onde as pessoas procuram; o seu site é onde comprovam que existe, veem os imóveis que mais ninguém tem e encontram o consultor. Sem site próprio, cada contacto é do portal.

O que faço quando um imóvel é vendido?

Marque-o como vendido e deixe a página no ar por uns tempos. Uma ficha vendida é prova de trabalho e evita partir os links que apontavam para lá.

Convém mostrar o preço?

Sim, exceto no imóvel cujo dono pede discrição. Esconder o preço afasta o comprador sério muito mais do que o curioso.

O seu site pode ser o próximo.

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