A sua ficha Google é a primeira página
Numa pesquisa local, a ficha aparece antes do seu site, com fotografias, horários, avaliações e o caminho até à porta. Reclame-a, verifique-a, escolha bem a categoria, carregue fotografias reais de vez em quando e aponte o link para o seu site, não para um portal.
Preencha tudo: horários, a temporada em que abre, se aceita animais, o WhatsApp. Metade das decisões tomam-se ali, sem ninguém entrar no site.
Os mesmos dados em todo o lado
Nome, morada e telefone têm de coincidir no seu site, no Google, nos portais e nas redes. Quando não coincidem, os motores deixam de ter a certeza de que é um só negócio.
- Morada e telefone no rodapé de todas as páginas.
- Dados estruturados LocalBusiness, com coordenadas e horários.
- O nome escrito igual em todo o lado, acentos incluídos.

Avaliações: peça-as e responda-lhes
Peça depois de cada estadia, com o link pronto. Responda a todas, boas e más, no idioma em que estão escritas: é o sinal mais claro de que há alguém do outro lado. Nunca as compre e não as escreva você.
Uma página sobre a zona, não uma frase
«A cinco minutos do centro» não é uma página. A que se posiciona é a que explica o lugar: como se chega do aeroporto, que praias há perto e como é cada uma, onde se come, o que fazer se chover. Escrita uma vez, traz gente todo o ano.
É também a página que o hóspede envia ao amigo que vem com ele.

Como saber se está a funcionar
No Search Console, veja as pesquisas que incluem o nome da sua localidade. Na ficha Google, veja chamadas, pedidos de rota e visualizações de fotografias. Se ambas sobem e os pedidos não, o problema está na página, não na pesquisa.
Três páginas que valem dez artigos
Não é preciso um blog inteiro para ganhar as pesquisas da sua zona. Três páginas chegam, e são as que já lhe perguntam por email.
- Como chegar: do aeroporto, do terminal e de carro, com tempos reais.
- O que fazer à volta: praias, caminhadas, mercados, com distâncias.
- Perguntas sobre a zona: época, clima, se é preciso carro.
